quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

E aí, caiu a ficha?



3 MINUTOS 
Vida Corporativa Cristã
3 de outubro de 2013


E AÍ, CAIU A FICHA?

A expressão acima foi muito utilizada nas décadas de 70 e 80 aqui no Brasil, quando os orelhões – protetores para telefone público, que funcionavam com a utilização de fichas metálicas, algo desconhecido de nossos filhos Teenagers, se espalharam pelas cidades brasileiras. Quando a ficha caía a ligação telefônica se completava, ou seja, se estabelecia o que chamamos hoje de conexão entre o telefone que faz a chamada e o que recebe. Passou a ser usada também, até aos dias atuais, no colóquio diário em analogia à coisa entendida, ou seja, quando a compreensão de determinada ideia, após a última informação assimilada tem seu significado completado entre os neurônios, também conhecidos como o “tico” e o “teco”, os dois esquilos de Walt Disney.
Com efeito, parece-me que “a ficha caiu” para empresários, executivos e gestores de pessoas, com o descobrimento do salário emocional. Explico rapidamente o que é isto: é tudo o que é oferecido pela empresa em benefício do colaborador, mas que não pode ser contabilizado financeiramente. A começar pelo bom ambiente de trabalho até a disposição genuína de gestores de entender os momentos emocionais de seus colaboradores, ajudando-os a obterem o melhor de seu desempenho e melhorando a autoestima profissional. 
Se, para o empresariado a ficha caiu e descobriu-se de uma hora para outra que tão importante quanto o salário que remunera o tempo dispendido do trabalhador, assim o é a qualidade das emoções que este colaborador carrega consigo mesmo em sua alma na dura rotina diária do labor, parece-me que  uma outra ficha ainda não caiu para muita gente que diz que crê em Deus, tem uma religião embora não "praticante", mas na "hora h", fica em cima do muro, se esconde atrás das dúvidas e descarrega um caminhão de perguntas sobre a existência de Deus e exigem a comprovação certificada em cartório da existência de Seu Filho Jesus Cristo.
Crer em Deus pode parecer difícil para alguns que alegam ser o mesmo invisível, mas a energia elétrica também é, no entanto, todos “creem” que ela exista porque veem suas manifestações em forma de luminosidade e calor, mas ninguém jamais viu a olho nu uma corrente elétrica, então porque não crer no Criador, chamado também de arquiteto do Universo, vendo suas obras e manifestações; o céu, o mar, a terra, os seres viventes, as estrelas, planetas, etc.?
Conectando uma coisa à outra somos muito práticos em rejeitar o que os olhos não vem e muito mais o que o coração não sente. Talvez, por isso, lembramos somente de Deus quando "o calo aperta" e só lembramos que os colaboradores são gente de corpo e alma, quando alguma coisa grave acontece: o sindicato bate na porta, o colaborador ajuíza a ação trabalhista ou o índice de absenteísmo bate nas nuvens.
Tratar gente como gente e Deus como Deus, parece tarefa árdua para muitos, alguns dizem até que escolheram profissões centradas em animais, computadores, objetos inanimados para não ter "problemas". Quanto a Deus alguns dizem com arrogância do tamanho do monte Everest "não sinto a necessidade de crer" e ponto final.
A falta de discernimento se alastra na sociedade moderna massacrada pela enxurrada de informação, a apostasia aumenta a cada dia e a frigidez de alma toma conta do pouco de sensibilidade que ainda resta no coração mas, há uma saída: voltar os olhos para Deus e encontrá-lo no fundo do coração no lugar especial e único onde só cabe Ele. No entanto, de onde vem a ajuda que tanto precisamos? Não conheço outro caminho senão a Palavra do próprio Deus, o Verbo. “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”. (João 14:6)
Olhando para Jesus Cristo como o centro de referência da nossa vida, tornando-nos seus discípulos na prática, retomamos o caminho de volta para Deus. Vale a pena tentar porque o que está em jogo no longo prazo é ganhar ou perder a vida eterna que, no fundo no fundo, sabemos disso; porque por instinto corremos da morte, ela não está em nossos planos, porque queremos, também por instinto, viver eternamente e principalmente com quem nós amamos. “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”. (João 11:25)
Semana que vem tem mais, pela honra e Graça de Deus, que é galardoador de todos os que o buscam!


J Pádua



 3 MINUTOS - Semanário idealizado com o propósito de estimular reflexões sobre os ensinamentos bíblicos, contextualizados no dia a dia das corporações empresariais, colocando-os em prática no exercício de uma Vida Cristã integra no âmbito profissional.  A duração de leitura das mensagens é de no máximo 3 minutos objetivando absorção rápida do significado dos textos apresentados. 
PS: Caso não considere o assunto de seu interesse, favor responder este e-mail para que possamos retirá-lo da lista. Se desejar incluir outros e-mails na lista, sinta-se à vontade enviando-os para nós. 


 Aplicação Prática:
1.   Você crê em Deus como a Bíblia descreve? E no filho?
2.   Qual é o significado da morte para você? E a vida eterna?
3.   Já caiu a ficha pra você no contexto mencionado pelo autor?


----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------




E aí, curtiu?

3 MINUTOS 
Vida Corporativa Cristã
31 de outubro de 2013


E AÍ, CURTIU?


A expressão acima tornou-se muito conhecida de todos nós graças à onda de novas mídias que estão revolucionando as interações sociais em um mundo cada vez mais digital formado por bits e bytes. Todavia, por mais hilário que possa parecer, houve uma época de muitos questionamentos no ambiente corporativo sobre até que ponto a Empresa deveria permitir o uso do E-mail pela totalidade de seus colaboradores, a mensagem eletrônica que não poderia ser contida após o disparo, tal como uma bala de revólver. Os mais pessimistas imaginavam que esta nova mania de liberdade de expressão pudesse causar estragos irremediáveis dentro das empresas. É bem verdade que alguns acidentes aconteceram, mas nada que pudesse se equiparar com uma bomba e seus estilhaços.

O tempo passou rápido desde os primórdios da máquina de escrever e a revolução digital se instalou de vez dentro e fora das organizações, embora algumas estejam ainda aprendendo a lidar com essa inovadora maneira de relacionamento intersocial, outras estão criando oportunidades de negócios até a bem pouco tempo atrás inimagináveis. 

Quero crer que no segundo grupo já existam empresas que postam (a nova maneira de dizer publicam) em suas intranets ações internas e externas de diferentes gêneros, a fim de compartilhar com seus colaboradores o passo a passo da companhia. Imagino que ao lado de cada postagem possam existir muitas "curtidas" as quais, devidamente interpretadas, sirvam de sinalizadores do clima organizacional.

Nesta toada, presumo que logo teremos postagens do tipo: 
a) neste mês aumentamos o salário do supervisor de compras Sr. João Peixoto em 20% em virtude de sua recente promoção. 
b) a recepcionista Roberta Araújo foi demitida porque chegava atrasada frequentemente sem justificativas.
c) por conta do plano de redução de despesas foi trocada a marca do café, não será mais Melita.

Esta necessidade premente de compartilhar, tão em voga nos dias de hoje, não é algo tão recente assim, pois há muito tempo um jovem e ousado discípulo exigiu de seu mestre que compartilhasse com ele uma experiência surreal à vista de olhos humanos. Estou me referindo ao jovem Apóstolo Pedro que ao ver seu mestre andando sobre as águas do mar na sua direção, lançou lhe um desafio: "E respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas". Mateus 14:28.

A Bíblia relata que o jovem discípulo a pedido de seu mestre caminhou sobre as águas do mar agitado da Galiléia, mas quando se aproximava de Jesus começou a duvidar daquela inusitada e única experiência, começou a afundar. "Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me!". Mateus 14:30.

Se tal fato se sucedesse nos dias de hoje e relatado como fato corriqueiro na rede social, fico a imaginar quantas curtidas teriam esta que foi a primeira e única vez da história, que dois homens andaram sobre as águas sob os olhares atentos, ainda que amedrontados, de 11 testemunhas. 

Semana que vem tem mais, pela honra e Graça de Deus, que é galardoador de todos os que o buscam!
J Pádua



 3 MINUTOS - Semanário idealizado com o propósito de estimular reflexões sobre os ensinamentos bíblicos, contextualizados no dia a dia das corporações empresariais, colocando-os em prática no exercício de uma Vida Cristã integra no âmbito profissional.  A duração de leitura das mensagens é de no máximo 3 minutos objetivando absorção rápida do significado dos textos apresentados. 
PS: Caso não considere o assunto de seu interesse, favor responder este e-mail para que possamos retirá-lo da lista. Se desejar incluir outros e-mails na lista, sinta-se à vontade enviando-os para nós. 


 Aplicação Prática:
1.   E aí, curtiu o texto?
2.   E Pedro? Será que ele curtiu andar sobre as águas?
3.   Se você estivesse no lugar de Pedro chegaria até o final? Por quê?
4.    Na vida real em alguma vez você teve que dar os passos na fé de que não iria para o fundo, a exemplo de Pedro? Reflita sobre a sua resposta.
-- 
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------